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Telecom: setor não reage e estagnação permanece

Se a área de Informática vive um momento de prosperidade, a área de Telecom

Escrito por: Fonte: Convergência Digital • Publicado em: 25/06/2007 - 00:00 Escrito por: Fonte: Convergência Digital Publicado em: 25/06/2007 - 00:00

- que não recebeu nenhuma ajuda do governo Lula, como o setor de TI obteve através da Lei do Bem, ampliada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), plano de governo do presidente Lula para o seu segundo mandato - vive momentos de grande dificuldades. Os resultados são pífios. No estudo da Abinee, relativo ao primeiro trimestre de 2007, fica evidente que o setor vive uma estagnação. Os investimentos em infra-estrutura estão parados e há, também, um desaquecimento na demanda por aparelhos celulares. Segundo a avaliação da Abinee, o problema é que os terminais produzidos no Brasil - como são de segunda geração - estão voltados para o mercado de reposição. A indústria fabricante de celulares aguarda a definição da Terceira Geração para tentar reverter o processo de vendas. Na prática, apenas Telecom e Utilidades Domésticas não apresentaram crescimento no primeiro trimestre de 2007, apesar de a Abinee revisar, mais uma vez, para baixo a taxa de crescimento do setor este ano. (leia matéria Abinee reve, pela 3ª vez, taxa de crescimento do setor ). Tanto é assim que os fabricantes de telecomunicações foram os que apresentaram o maior percentual de empresas com vendas e encomendas abaixo do esperado, atingindo 67% do total das empresas pesquisadas desta área. O recuo das vendas externas de telefones celulares (-11%) foi o principal motivo da queda das exportações do setor. E a razão dessa queda já foi colocada no mercado inúmeras vezes pela indústria: O mundo móvel está migrando para a 3G e aqui no Brasil ainda há a produção apenas de terminais de segunda geração, até em função da indefinição política em relação ao leilão. A grande expectativa do setor é que a Anatel cumpra o informado pela imprensa e, realmente, coloque até o dia 15 de julho, a consulta publica do edital da 3G no mercado. Assim, o leilão aconteceria em setembro e os contratos poderiam ser assinados em outubro. Só com esse movimento, o setor poderia revigorar seus resultados e reverter a tendência de queda de encomendas. Outra demanda importante seria o fim da briga judicial em relação ao leilão das freqüências de 3,5GHhz e 10,5GHz, conhecidas como bandas para o WiMAX. O impasse entre operadoras e Anatel se arrasta há 10 meses. Sem uma definição política e também sem investimentos oficiais do governo - já que Telecom ficou fora do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento - do governo Lula, ao contrário da área de Informática, beneficiada pela desoneração fiscal - vale lembrar que o serviço de telecom é o mais tributado no país com uma média de impostos em torno de 40% - no 1º trimestre de 2007, as exportações de telefones celulares - que sempre foram o carro-chefe do setor de telecom e que ajudavam ao Brasil reverter o déficit da balança comercial dos eletroeletrônicos - caíram para US$ 518 milhões, enquanto que no mesmo período de 2006 havia totalizado US$ 585 milhões. *Com informações adicionais da Assessoria de Imprensa da Abinee

Título: Telecom: setor não reage e estagnação permanece, Conteúdo: - que não recebeu nenhuma ajuda do governo Lula, como o setor de TI obteve através da Lei do Bem, ampliada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), plano de governo do presidente Lula para o seu segundo mandato - vive momentos de grande dificuldades. Os resultados são pífios. No estudo da Abinee, relativo ao primeiro trimestre de 2007, fica evidente que o setor vive uma estagnação. Os investimentos em infra-estrutura estão parados e há, também, um desaquecimento na demanda por aparelhos celulares. Segundo a avaliação da Abinee, o problema é que os terminais produzidos no Brasil - como são de segunda geração - estão voltados para o mercado de reposição. A indústria fabricante de celulares aguarda a definição da Terceira Geração para tentar reverter o processo de vendas. Na prática, apenas Telecom e Utilidades Domésticas não apresentaram crescimento no primeiro trimestre de 2007, apesar de a Abinee revisar, mais uma vez, para baixo a taxa de crescimento do setor este ano. (leia matéria Abinee reve, pela 3ª vez, taxa de crescimento do setor ). Tanto é assim que os fabricantes de telecomunicações foram os que apresentaram o maior percentual de empresas com vendas e encomendas abaixo do esperado, atingindo 67% do total das empresas pesquisadas desta área. O recuo das vendas externas de telefones celulares (-11%) foi o principal motivo da queda das exportações do setor. E a razão dessa queda já foi colocada no mercado inúmeras vezes pela indústria: O mundo móvel está migrando para a 3G e aqui no Brasil ainda há a produção apenas de terminais de segunda geração, até em função da indefinição política em relação ao leilão. A grande expectativa do setor é que a Anatel cumpra o informado pela imprensa e, realmente, coloque até o dia 15 de julho, a consulta publica do edital da 3G no mercado. Assim, o leilão aconteceria em setembro e os contratos poderiam ser assinados em outubro. Só com esse movimento, o setor poderia revigorar seus resultados e reverter a tendência de queda de encomendas. Outra demanda importante seria o fim da briga judicial em relação ao leilão das freqüências de 3,5GHhz e 10,5GHz, conhecidas como bandas para o WiMAX. O impasse entre operadoras e Anatel se arrasta há 10 meses. Sem uma definição política e também sem investimentos oficiais do governo - já que Telecom ficou fora do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento - do governo Lula, ao contrário da área de Informática, beneficiada pela desoneração fiscal - vale lembrar que o serviço de telecom é o mais tributado no país com uma média de impostos em torno de 40% - no 1º trimestre de 2007, as exportações de telefones celulares - que sempre foram o carro-chefe do setor de telecom e que ajudavam ao Brasil reverter o déficit da balança comercial dos eletroeletrônicos - caíram para US$ 518 milhões, enquanto que no mesmo período de 2006 havia totalizado US$ 585 milhões. *Com informações adicionais da Assessoria de Imprensa da Abinee



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